terça-feira, 14 de junho de 2016

SINCERICIDAS OU PESSOAS SINCERAS ?

Você já se deparou com alguém que diz ser altamente sincero, do tipo, eu falo o que penso, digo a verdade ou a verdade tem que ser dita doa quem doer? Seja  em casa, na comunidade que frequentamos ou no trabalho é possível encontrarmos pessoas assim que se julgam sinceras demais e até consideram isso uma virtude.
É muito importante lembrar que nem sempre falar o que pensa significa sinceridade, as vezes, isso pode ser na verdade uma falta de educação e desrespeito para com o outro, ou seja, falar o que quer só com a afirmação de eu sou sincero, eu falo mesmo, essa pessoa tem que ouvir isso, pode ser um sincericidio. A palavra soa de maneira estranha e eu ouvi pela primeira vez do político, José Serra, considerando que muitos “sinceros” de plantão não passam de sincericidas.
O bom mesmo é antes de falar alguma coisa para alguém ou de alguém, primeiro passar pelas famosas três peneiras: da verdade, da bondade e da necessidade. Eu explico: a primeira a da verdade é muito simples, é o que vou falar sobre a pessoa ou para a pessoa é verdade? A segunda a da bondade significa se o que eu vou falar é bom e por último entender se realmente o que pretendo expor tem necessidade.
A boa reflexão que fica é se passei pela s três peneiras e o que vou falar não enroscou em nenhuma, é sinal que posso falar sem ressalvas. Pense bem e não seja um sincericida, mas um ser educado e, que acima de tudo, respeita as pessoas
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